Novos Programetes do Faces do Brasil sobre Comércio Justo e Solidário

Estão disponíveis no youtube 5 programetes sobre o Comércio Justo e Solidário – CJS e seus princípios. Os vídeos apresentam de forma simples e rápida os 7 princípios do comércio justo e solidário, através de depoimentos e imagens de grupos produtivos/empreendimentos econômicos solidários e feiras.

Essa iniciativa é resultado de trabalho do FACES DO BRASIL, em parceira com seus membros: ACS Amazônia (Associação de Certificação Socioparticipativa da Amazônia), Anteag (Associação Nacional de Trabalhadores e Empresas de Autogestão), Rede Cerrado, Unicafes (União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária), Unisol (União e Solidariedade das Cooperativas e Empreendimentos de Economia Solidária do Brasil).

A filmagem, produção e edição foi realizada por um empreendimento solidário da Zona Sul de São Paulo, denominado Arte na Periferia (http://artenaperiferia.blogspot.com/), e teve financiamento do Sebrae.

Esperamos que os vídeos contribuam para a disseminação da proposta do Comércio Justo e Solidário, complementando os materiais audiovisuais já existentes sobre o tema!

Seguem os links:
Comércio Justo e Solidário – Democracia e Autogestão: http://www.youtube.com/watch?v=guaYX0BrteY
Comércio Justo e Solidário – Condições de Trabalho e Diversidade: http://www.youtube.com/watch?v=TSBoPBWEAPU
Comércio Justo e Solidário – Desenvolvimento Local e Meio-Ambiente: http://www.youtube.com/watch?v=r_oqmIexBaA
Comércio Justo e Solidário – Integração da Cadeia Produtiva: http://www.youtube.com/watch?v=cD-jqBbDsro
Comércio Justo e Solidário: http://www.youtube.com/watch?v=WPzoIq8FLm8

07/07/2011 at 8:37 AM 1 comentário

AROMA, SABOR & ARTECATARINA

4ª VITRINE SEBRAE  – AROMA, SABOR & ARTECATARINA

O conceito de Comércio Justo fará parte desta 4ª Edição do evento. A Ética apoiará o evento, coordenando e operacionalizando a comercialização. Esta ação de parceria com a Ética, fruto de iniciativa do SEBRAE-SC, fortalece o movimento de Comércio Justo no Brasil através da divulgação junto aos consumidores de Santa Catarina.

18/01/2011 at 9:14 PM Deixe um comentário

Decreto Lei institui Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário

Para todas as justas e justos,

É com muita alegria e emoção que compartilho com vocês a notícia de que o Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário foi instituído, no dia 17 de novembro de 2010, através do Decreto-Lei 7.358.

O Brasil é o primeiro país do mundo a ter o Comércio Justo como um sistema público, acessível a todas as iniciativas e empreendimentos que atendem os princípios e as práticas do movimento.

Após 04 anos de árduo trabalho, articulações, discussões, construções, foi aprovada a Lei que estabelece o Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário.

A Visão Mundial e Ética foram e são atores importantes nesta conquista. Através do Faces do Brasil, que reúne outras 16 instituições, este trabalho finalmente é reconhecido e regulamentado nacionalmente.

O Faces do Brasil, que surgiu há 10 anos, alcançou o mais significativo resultado deste trabalho em rede.

Além de Gerente da Ética, sou um militante etusiasmado do movimento de comércio justo. Meus agradecimentos…

À todos que estão (e que passaram) pela Visão Mundial e Ética e fizeram parte deste movimento.

À Diretoria da Visão Mundial por apostar nesta tarefa e batalhar pela consolidação da Ética Comércio Solidário.

Às equipes da Ética e do núcleo SESA, que lutaram arduamente para difundir o conceito no Brasil

À todos os parceiros do Faces do Brasil, pela persistência, pela intencionalidade de somar, pela militância e missão de vida dos próprios indivíduos que representam suas instituições, cujo esforço conjunto culmina neste momento histórico.

Não é hora de só comemorarmos. Agora vamos  arregaçar as mangas, e transformar este reconhecimento, esta Lei, em um ambiente regulamentado que efetivamente abra espaço para a agricultura familiar e os grupos de artesãos.

Edson Marinho
Ética Comércio Solidário
Gerente de Negócios

 

Leia o Decreto Lei 7.538

Instituição do Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário

Instituição do Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário

Para todas as justas e justos, 

É com muita alegria e emoção que compartilho com vocês a notícia de que o Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário foi instituído, no dia 17 de novembro de 2010, através do Decreto-Lei 7.358.

O Brasil é o primeiro país do mundo a ter o Comércio Justo como um sistema público, acessível a todas as iniciativas e empreendimentos que atendem os princípios e as práticas do movimento.

Após 04 anos de árduo trabalho, articulações, discussões, construções, foi aprovada a Lei que estabelece o Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário.

A Visão Mundial e Ética foram e são atores importantes nesta conquista. Através do Faces do Brasil, que reúne outras 16 instituições, este trabalho finalmente é reconhecido e regulamentado nacionalmente.

O Faces do Brasil, que surgiu há 10 anos, alcançou o mais significativo resultado deste trabalho em rede.

Além de Gerente da Ética, sou um militante etusiasmado do movimento de comércio justo. Meus agradecimentos à todos que estão (e que passaram) pela Visão Mundial:

À Diretoria da Visão Mundial por apostar nesta tarefa e batalhar pela consolidação da Ética Comércio Solidário.

Às equipes da Ética e do núcleo SESA, que lutaram arduamente para difundir o conceito no Brasil

À todos os parceiros do Faces do Brasil, pela persistência, pela intencionalidade de somar, pela militância e missão de vida dos próprios indivíduos que representam suas instituições, cujo esforço conjunto culmina neste momento histórico.

Não é hora de só comemorarmos. Agora vamos  arregaçar as mangas, e transformar este reconhecimento, esta Lei, em um ambiente regulamentado que efetivamente abra espaço para a agricultura familiar e os grupos de artesãos.

26/11/2010 at 11:54 AM Deixe um comentário

Relatório Planeta Vivo 2010

As últimas análises demonstram que as populações de espécies tropicais estão em queda livre e a demanda humana por recursos naturais sobe vertiginosamente e chega a 50% a mais do que o planeta pode suportar.  Isto é o que revela a edição de 2010 do Relatório do Planeta Vivo, da Rede WWF, publicação que apresenta a principal pesquisa sobre a saúde do planeta, lançado  neste mês.

O relatório bianual da Rede WWF, produzido em colaboração com a Sociedade Zoológica de Londres e a Global Footprint Network, utiliza o Índice do Planeta Vivo para medir a saúde do planeta. Ele é composto por de quase 8 mil populações de mais de 2.500 espécies.  Esse índice mundial demonstra uma redução de 30% desde 1970.  O declínio é mais acentuado nas regiões tropicais, onde se verifica uma queda de 60% em menos de 40 anos.

O Relatório mostra que, em algumas áreas temperadas, houve uma recuperação promissora de populações de espécies — graças, em parte, ao aumento dos esforços de conservação da natureza e a um melhor controle da poluição e do lixo.  No entanto, nas áreas tropicais, houve uma queda de quase 70% nas populações aquáticas (água doce) que foram rastreadas – esse percentual corresponde ao maior declínio já mensurado em quaisquer espécies, em áreas terrestres ou nos oceanos.

26/10/2010 at 11:11 AM Deixe um comentário

WWF / Home*


Dirigido por Yann Arthus-Bertrand e produzido por Luc Besson, o documentário não pretende oferecer uma resposta ao problema ambiental, mas mostrar a situação do planeta para que cada pessoa pense em uma solução. O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações.

* Documentário exibido no Centro da Cultura Judaica em comemoração ao 4˚ Mês da Paz . Toda a programação é voltada para a responsabilidade socioambiental.

18/10/2010 at 7:54 PM Deixe um comentário

Comércio Justo ou Comércio Menos Injusto?

por Edson Marinho*

Reposted, a pedidos

O termo justiça (do latim iustitia) se refere à igualdade entre todos os cidadãos. É a busca pela preservação e garantia dos direitos, legalmente ou litigiosamente falando. Em outras palavras, é buscar igualdade nos direitos dos cidadãos, seja através da lei, seja através de uma convenção social, do hábito.

Para Aristóteles, justiça representa tanto legalidade quanto igualdade. A partir deste pensamento podemos tentar compreender o Comércio Justo como processos comerciais que ocorrem de acordo com a lei, mas buscando a igualdade entre todas as partes que estão envolvidas.

Promover e atuar dentro dos princípios do comércio justo, então, significa tratar os indivíduos envolvidos em um processo comercial com igualdade, respeito, transparência. Na maioria dos processos comerciais o elo mais frágil ou menos beneficiado é aquele que tem menor conhecimento ou que tem menor poder de barganha.

Quando falamos em conhecimento, não nos referimos ao conhecimento do processo produtivo, ou a compreensão de como funciona o sistema capitalista de troca de bens e serviços. Referimo-nos a ter menos acesso às questões legais, burocráticas ou técnicas de uma comercialização, o que torna vulneráveis aqueles que se dispõem a produzir e vender os frutos de seu trabalho seja no setor agropecuário, artesanato ou confecções.

Ao citarmos o poder de barganha, como uma fragilidade dos produtores e artesãos, nos remetemos ao poder que compradores e intermediários têm em negociar o valor monetário a ser pago pelos produtos sem uma análise do processo de produção, dos custos, das peculiaridades do artesanato e da agricultura familiar – negociar focando apenas no valor do produto para o mercado, e não para a fonte.

O Comércio Justo pressupõe que o conhecimento técnico (ou a falta dele) não deve ser utilizado como forma de aprisionar o produtor ou artesão à empresa que se propõe a fazer o papel de intermediário. Aqui, devemos deixar claro que a intermediação só deve ocorrer quando necessária, e com um papel claro.

Além disto, na medida em que o processo de comercialização ocorre com freqüência o intermediário deve utilizar-se da transparência e do empoderamento para transferir este conhecimento técnico ao produtor e artesão. Transparência que permite ao produtor saber para onde, por quanto, como, e por quanto tempo seu produto está (estará) sendo vendido. Empoderamento que dará ao artesão o poder de decidir se permanece utilizando-se dos serviços daquele intermediário ou se assumirá o controle e a operacionalização do processo.

Intermediário não é atravessador: é um parceiro que executa etapas em um processo de comercialização, com o conhecimento e anuência do produtor e artesão, e de forma totalmente transparente.

Porém, o mercado onde atuam as empresas, sejam elas de qualquer natureza, ainda é aquele que conhecemos sem a justiça almejada pelo Comércio Justo. O processo de revisão e transformação do sistema capitalista ainda não alcançou a base produtiva em todos os aspectos que acreditamos ser necessários, o que provavelmente demorará a acontecer, se acontecer.

Justiça, legalidade. A partir de uma práxis comercial não é possível alterar o sistema legal, a burocracia, de forma rápida como desejamos. Justiça, igualdade. Só a partir da sensibilização do consumidor final e dos varejistas, da disseminação desta necessidade de mudança que o Comércio Justo triunfará. Para além da sensibilização, será necessária a compreensão, intenção, o desejo de mudar.

Por esta razão, as empresas que se encontram neste passo mediano, os parceiros intermediários, devem optar por uma postura e uma forma de atuação que seja referência de um modelo ideal. Devemos transferir o conhecimento técnico aos grupos, permitir que eles sejam parceiros por opção de se dedicar à produção. Devemos negociar, mas nunca barganhar. Nesta negociação, estudar como foi definido o preço por parte do produtor, e analisar soluções para que estes custos sejam reduzidos, quando possível. Mas nunca simplesmente impor a lei de mercado.

O atual Comércio Justo, que ainda é percebido e visto por muitos produtores, artesãos e pelos próprios consumidores como apenas um comércio “menos injusto”, somente alcançará as mudanças de postura e de processos a partir deste esforço das empresas que se colocam como pioneiras e como modelo do Comércio Justo no Brasil.

* Edson Marinho é Gerente de Negócios da Ética Comércio Solidário.

28/09/2010 at 7:00 PM 2 comentários

Simpósio Internacional sobre Sustentabilidade

Como ser ecologicamente correto e economicamente viávelComo gerar lucro através da sustentabilidadePainel de experiências de empresas estrangeiras e brasileiras que são referência em sustentabilidadeApresentação de fontes e condições diferenciadas para obtenção de recursos para projetos sustentáveisDiscussão sobre a viabilidade técnica e econômica das fontes renováveis de energiaIdentificação de novas oportunidades de negócios na cadeia de fornecimento sustentável

Salvador, 13 a 15 de setembro de 2010

Mais info: http://portal.ftc.br/eventos/sustentabilidade/

14/09/2010 at 3:42 PM Deixe um comentário

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